A atual versão dos Estatutos (abaixo) foi aprovada em Assembleia-Geral a 18 de março 2014.

Tem por base os estatutos aprovados em Assembleia de Fundadores (12 de dezembro de 2001), e as alterações anteriores aprovadas em Assembleia-Geral a 25 de março de 2009 e a 27 de março de 2012.

Consulte os Estatutos da APDSI (abaixo) ou clique aqui para aceder aos Estatutos em formato PDF.

 

Estatutos (desde 18 março 2014)

Capítulo Primeiro - Da denominação, sede, objecto e afins

Artigo 1º – Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração

UM : A Associação adopta a designação de “Associação para a Promoção e o Desenvolvimento da Sociedade da Informação”, constitui uma associação privada sem fins lucrativos e rege-se pelo disposto no código civil, nos presentes Estatutos, e por um Regulamento interno.

DOIS : A Associação é constituída com duração indeterminada.

TRÊS : A Associação poderá abrir quaisquer delegações ou representações em Portugal ou no estrangeiro, nos termos dos presentes Estatutos.

Artigo 2º – Sede

A Associação tem a sua sede na Rua Alexandre Cabral, N.º 2C – Loja A, Lisboa.

Artigo 3º – Objecto e fins

UM : A Associação tem por objecto a promoção e o desenvolvimento da Sociedade da Informação e do Conhecimento em Portugal.

DOIS : Para a prossecução do seu objecto, a Associação poderá desenvolver todas as actividades que julgue necessárias ou convenientes, nomeadamente:

  • Informar, aconselhar e apelar para o Estado em questões políticas e legais relativas à Sociedade da Informação e do Conhecimento;
  • Informar os cidadãos, empresas e outras entidades em questões relativas à Sociedade da Informação e do Conhecimento;
  • Contribuir para o combate à info-exclusão;
  • Apoiar e desenvolver actividades que façam chegar os benefícios da Sociedade da Informação ao maior número possível de cidadãos;
  • Promover e dinamizar projectos de utilidade pública no âmbito da Sociedade da Informação e do Conhecimento;
  • Participar em associações, cooperativas, sociedades ou outras pessoas colectivas, desde que tal participação se mostre necessária ou conveniente para a prossecução dos fins da Associação;
  • Subscrever protocolos e acordos com quaisquer entidades que se disponham a colaborar e prosseguir os fins da Associação.

Capítulo Segundo - Dos associados

Artigo 4º – Condições de admissão

UM : Podem ser associados da Associação todas as pessoas singulares e colectivas, de natureza pública, privada ou cooperativa, que se identifiquem com os princípios e objectivos da Associação e se proponham contribuir para a realização dos seus fins.

DOIS : São fundadores os associados que subscrevem os presentes Estatutos até à data da realização da primeira Assembleia Geral.

Artigo 5º – Direitos e obrigações dos associados

UM : Os direitos e obrigações dos associados, condições de admissão, demissão e exclusão, constarão de um Regulamento Interno, cuja aprovação e alteração são da competência exclusiva da Assembleia Geral.

DOIS : O Regulamento a que se refere o número anterior poderá estabelecer a existência de várias categorias de associados, podendo ser atribuída a categoria de Sócio Honorário a pessoas singulares ou colectivas que, pelo seu mérito e contributo excepcional para a realização dos fins da Associação, justifiquem esta distinção.

Capítulo Terceiro - Dos órgãos da Associação

Artigo 6º – Disposições gerais

UM : Os órgãos da Associação são:

  • A Assembleia Geral;
  • A Direcção;
  • O Conselho Fiscal;
  • O Conselho Geral.

DOIS : Os mandatos dos titulares dos Órgãos da associação têm a duração de três anos, com a excepção referido no número dois do Artigo Vigésimo Primeiro.

Artigo 7º – Constituição da Assembleia Geral

UM : A Assembleia Geral é constituída por todos os associados com direito a voto e será dirigida por uma Mesa, composta por um Presidente e um Secretário.

DOIS : Incumbe ao Presidente convocar as Assembleias e dirigir os respectivos trabalhos.

TRÊS : Ao Secretário incumbe todo o expediente relativo à Assembleia Geral, e ainda substituir o Presidente nas suas faltas e impedimentos.

QUATRO : Qualquer associado poderá fazer-se representar por outro associado, mediante carta dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Artigo 8º – Competência da Assembleia Geral

A Assembleia Geral tem competência para deliberar sobre quaisquer matérias constantes da convocatória, nos termos destes Estatutos, nomeadamente:

  • Eleger a respectiva Mesa, bem como a Direcção, o Fiscal Único e o respectivo suplente;
  • Fixar o valor da quotização e outras prestações sob proposta da Direcção;
  • Discutir e aprovar anualmente o relatório, balanço e contas apresentado pela Direcção, bem como o parecer do Fiscal Único;
  • Aprovar e alterar o Regulamento a que aludem os artigos primeiro e quinto supra e outros regulamentos internos da Associação;
  • Deliberar sobre a destituição de quaisquer órgãos sociais ou sobre a demissão de algum dos seus titulares, mediante proposta da Direcção ou de qualquer sócio com indicação obrigatória dos deveres violados;
  • Deliberar sobre a alteração dos Estatutos, dissolução e liquidação da Associação ou ainda sobre todas as matérias não compreendidas nas atribuições legais ou estatutárias dos restantes órgãos da Associação, nos termos da lei;
  • Aprovar o orçamento da Associação para cada ano civil;
  • Aprovar o Plano Anual de actividades.

Artigo 9º – Reuniões ordinárias e extraordinárias

UM : A Assembleia Geral ordinária realiza-se anualmente até ao dia trinta e um de Março inclusive de cada ano, para analisar e aprovar o relatório, balanço e contas apresentado pela Direcção, bem como o respectivo parecer do Fiscal Único.

DOIS : Poderão realizar-se Assembleias Gerais extraordinárias por convocação do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, mediante solicitação feita a este pela Direcção, pelo Fiscal Único ou, pelo menos, por uma quinta parte dos associados ou por trinta associados, com indicação precisa do objecto da reunião.

Artigo 10º – Convocatórias

UM : Os associados serão convocados para Assembleia Geral através de aviso postal, com a antecedência mínima de oito dias em relação à data fixada para a reunião.

DOIS : A convocatória deverá mencionar a data, hora, local da reunião e ordem de trabalhos da Assembleia Geral, bem como a data, hora e local de uma segunda Assembleia Geral, caso não haja quórum para realização da primeira.

Artigo 11º – Funcionamento da Assembleia Geral

UM : Para a realização válida da Assembleia Geral, em primeira convocatória, é necessária a presença ou representação de metade dos associados.

DOIS : A realização válida da Assembleia Geral, em segunda convocatória far-se-á independentemente do número de associados presentes ou representados.

Artigo 12º – Quórum de votações

As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria absoluta dos votos dos associados presentes ou representados, salvo quanto às deliberações relativas a alterações dos presentes Estatutos ou de dissolução da Associação, para as quais é sempre necessário o voto favorável de três quartos do número de todos os associados.

Artigo 13º – Da Direcção

A Direcção será composta por sete associados eleitos por lista em Assembleia Geral.

Artigo 14º – Competência da Direcção

A Direcção, a quem compete a gestão administrativa e financeira, bem como a representação da Associação, tem poderes necessários à administração corrente da Associação, nomeadamente para:

  • Orientar as actividades da Associação, no sentido da prossecução dos seus objectivos e finalidades;
  • Executar as deliberações da Assembleia Geral;
  • Apresentar anualmente à Assembleia Geral a proposta de orçamento ordinária e do plano de actividades para o exercício do ano seguinte;
  • Apresentar anualmente à Assembleia Geral o relatório de actividades e a conta de gerência, respeitantes ao exercício anterior;
  • Adquirir, alienar ou permutar bens móveis, valores mobiliários ou bens imóveis, estes últimos, mediante autorização prévia da Assembleia Geral;
  • Abrir e manter contas bancárias, e assinar cheques;
  • Negociar e contratar, nos termos da lei e depois da aprovação pela Assembleia Geral, quaisquer empréstimos ou financiamentos para a prossecução do objecto e finalidade social da Associação;
  • Contratar empregados e colaboradores;
  • Celebrar contratos para a aquisição de bens e serviços necessários à prossecução dos fins da Associação;
  • Abrir delegações ou representações da Associação, nos termos do artigo primeiro, número três;
  • Decidir sobre a participação da Associação em quaisquer pessoas colectivas, nos termos do artigo terceiro, desde que os interesses da Associação assim o justifiquem e não sejam postos em causa os objectivos da mesma;
  • Indicar representantes da Associação nos organismos em que tal se justifique;
  • Cumprir e fazer cumprir o disposto na lei, nos presentes Estatutos e nos regulamentos internos;
  • Representar a Associação, em juízo ou fora dele, perante todas as entidades públicas e privadas;
  • Requerer a convocação de Assembleias Gerais;
  • Propor a alteração das contribuições dos Associados, com os limites a estabelecer no Regulamento previsto no artigo quinto;
  • Deliberar sobre quaisquer matérias, nos termos dos Estatutos, do Regulamento interno previsto no artigo quinto e das disposições legais aplicáveis.

Artigo 15º – Representação da Associação

Para obrigar a Associação, em quaisquer actos ou contratos, são necessárias e bastantes as assinaturas de dois membros da Direcção.

Artigo 16º – Reuniões e deliberações da Direcção

UM : A Direcção reúne com a periodicidade mensal e sempre que convocada pelo seu Presidente.

DOIS : A Direcção só poderá deliberar com a presença da maioria dos seus membros, sendo as deliberações tomadas por maioria dos votos dos membros presentes.

TRÊS : A Direcção poderá decidir convocar outros Associados ou colaboradores da Associação para as suas reuniões, sempre que tal se lhe afigure conveniente, sem que estes tenham, contudo, direito a voto.

QUATRO : Para os efeitos do disposto no presente artigo, considera-se que os membros da Direcção estão presentes nas reuniões se a sua participação se fizer através do recurso a vídeo-conferência.

Artigo 17º – Destituição

A Assembleia Geral pode destituir qualquer membro da Direcção com justa causa, incluindo, nomeadamente, por motivos de violação grave dos seus deveres, incapacidades para o seu normal exercício, ou se o mesmo membro não comparecer, injustificadamente, a quatro ou mais reuniões da Direcção durante o período de um ano.

Artigo 18º – Fiscalização

UM : A fiscalização será exercida por um Conselho Fiscal, constituído por um Presidente um Vice-Presidente e um vogal, eleitos em Assembleia Geral.

DOIS : Poderão efectuar-se reuniões conjuntas do Conselho Fiscal e da Direcção, sempre que qualquer destes órgãos julgue conveniente.

Artigo 19º – Competência do Conselho Fiscal

Compete ao Conselho Fiscal:

  • Dar parecer sobre o relatório, balanço e contas elaboradas anualmente pela Direcção, bem como sobre quaisquer outros assuntos de natureza financeira que sejam submetidos à sua consideração pela Assembleia-geral ou pela Direcção;
  • Verificar a escrituração e as contas da Associação sempre que o entenda conveniente e pedir informações, e solicitar todos os esclarecimentos que entender à Direcção;
  • Assegurar que as actividades da Associação são desempenhadas no respeito pela lei;
  • Apresentar um relatório anual sobre a sua actividade de fiscalização;
  • Requerer a convocação de Assembleias Gerais.

Capítulo Quarto - Do Conselho Geral

Artigo 20º – Do Conselho Geral

O Conselho Geral tem a função de apoiar, aconselhar e emitir parecer, sempre que consultado no âmbito do objecto e fins da Associação.

Artigo 21º – Composição

UM : O Conselho Geral tem um número variável de membros e dele fazem parte:

  • O Presidente e o Secretário da Assembleia Geral e os membros da Direcção;
  • Os anteriores Presidentes da Assembleia Geral e da Direcção.
  • Os membros designados pela Direcção e aprovados em Assembleia Geral.

DOIS : Os membros referidos na alínea c do número anterior têm um mandato de três anos a contar da data da sua aprovação em Assembleia Geral.

Capítulo Quinto - Do Regime Financeiro

Artigo 22º – Receitas da Associação

UM : Constituem receitas da Associação, nomeadamente:

  • O produto da jóia de inscrição e das quotas pagas pelos Sócios;
  • As receitas provenientes de iniciativas, de serviços prestados e quaisquer outras permitidas pela lei;
  • Quaisquer donativos, subsídios, patrocínios, legados ou outras receitas que lhe sejam concedidas, desde que aceites por deliberação da Direcção.

DOIS: A forma de cobrança das receitas será fixada pela Direcção.

Artigo 23º – Aplicação das Receitas

As receitas da Associação são destinadas:

  • Ao pagamento de despesas de organização e funcionamento;
  • À aquisição de bens, serviços ou direitos;
  • À constituição de fundos que venham a ser criados por proposta da Direcção, aprovada em Assembleia Geral;
  • À realização das despesas necessárias à prossecução dos fins da Associação.

Capítulo Sexto - Disposições Finais

Artigo 24º – Extinção, Dissolução e Liquidação

UM : A extinção, dissolução e liquidação da Associação far-se-á nos termos do disposto no Código Civil.

DOIS : A liquidação da Associação, em caso de dissolução, competirá a uma comissão para o efeito nomeada pela Assembleia Geral.

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